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Trabalho de reestruturação da malha viária entra na segunda etapa

Ecosul investe em obras que contemplam mais de 80 quilômetros do trecho entre Pelotas-Camaquã (BR 116) e Pelotas-Santana da Boa Vista(BR 392)

 

        A segunda fase de obras de reestruturação viária do Polo Rodoviário de Pelotas contemplará mais de 80 quilômetros das estradas administradas pela Ecosul. O trecho entre Pelotas-Camaquã, na BR 116 já recebe as melhorias dentro do projeto que começou no ano passado e se estende até o final de 2018. No trecho estão contemplados cerca de 60 quilômetros de acostamento, destruídos pelas obras de duplicação da rodovia, e que estão sendo reconstruídos. Segundo o engenheiro da Ecosul, Ramon Becker, a reestruturação das rodovias tem o objetivo de elevar a capacidade da pista de suportar volume de tráfego pesado. “A recuperação do pavimento busca ainda eliminar desconfortos provocados por ondulações, trilhos de rodas e depressões”, explica.

        De acordo com Ramon, o trecho na região da serra do município de Santana da Boa Vista (BR 392), de 27 quilômetros, é o próximo a receber as obras a partir de março. “Além da recuperação de acostamento, reparos localizados e profundos, faremos a drenagem de pavimento, aplicação de nova camada de asfalto sobre a pista e acostamentos e execução de nova sinalização horizontal, com aplicação de pintura e taxas”, informa Ramon.

        PROJETO - Em 2016 foram executadas obras nos trechos de Rio Grande, Camaquã e Santana da Boa Vista, totalizando aproximadamente 60 quilômetros de rodovias. No trabalho de recuperação de pavimento e acostamentos, a concessionária utilizou novas tecnologias. Entre elas está o uso de asfalto morno, que diminui a temperatura de usinagem, diminuindo consideravelmente a emissão de gases e vapores ao meio ambiente e facilitando a aplicação. Também foram realizados testes com a implantação de drenos de pavimento através da abertura de microvaletas, em cerca de dois quilômetros da BR 392, em trechos da 3ª pista Pelotas/Santana da Boa Vista. “Esta técnica apresenta baixo dano do pavimento na execução da obra e menor impacto no meio ambiente, diminuindo consideravelmente os possíveis desconfortos no pavimento ao dirigir”, complementa o engenheiro.

 Fonte: Ecosul – Gabriela Mazza

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